PROJETO 

Avaliação do efeito do biofilme comestível a base de plânctons e/ou diferentes amidos associado ou não a refrigeração na conservação de vegetais de consumo in natura – Fase III

BIO03 

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Ciências Biológicas

Autoria:

Gabrieli Monique Campos

VEJA O PÔSTER

Orientação:

Dionéia Schauren

Instituição: Colégio Estadual Jardim Porto Alegre. Toledo/PR

CATEGORIAS

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RESUMO

Películas (biofilmes) comestíveis são empregadas para preservação de alimentos, transformando-se em uma alternativa atraente para os produtores de alimentos, fornecendo-se como barreira protetora, evitando o acesso de deslocação do gás etileno, com o propósito de conservação. Com o objetivo de promover a conservação pós colheita de alimentos, o presente trabalho teve como propósito de avaliar o efeito de biofilme a base de diferentes extratos vegetais como: Uva do Japão, Pau Amargo, Óleo de Neen e Óleo de copaíba juntamente com os amidos de farinha de tapioca, polvilho doce, polvilho azedo, araruta e fécula de mandioca para evitar contaminação de fungos, que foram testados na banana e no quiabo.
Para o biofilme a base de microalgas como: Spirulina sp. e Chlorella sp. foram testados diferentes concentrações de 3 até 12g, que foram testados na cenoura e no tomate para a preservação de alimentos, e para o teste com diferentes micros-triturados como: farinha de espinafre, farinha de banana verde, farinha de uva, farinha de beterraba, farinha de linhaça marrom, farinha de feijão branco, farinha de batata doce, farinha de trigo integral, farinha de maracujá, farinha dede soja, farinha de laranja, farinha de albumina, fécula de batata, cravo em pó, colágeno, colorau em pó e goma de xantana, testados em frutos que ainda não foram decididos, para prolongar a durabilidade dos alimentos. Os frutos foram selecionados de acordo com a época, pela firmeza ao tato, coloração e pelo estágio de amadurecimento. Resultados mostram que para o quiabo a utilização do biofilme a base de farinha de tapioca com pau amargo se mostrou ser mais eficiente sem contaminações com uma durabilidade em temperatura resfriado de até 62 dias, e o controle com até 28 dias, já para os quiabos armazenados em temperatura ambiente se mantiveram preservados até 29 dias e o controle até 21 dias. Para a banana o biofilme a base de araruta com Uva do Japão em temperatura ambiente manteve-se com a conservação de até 14 dias e o controle com até 9 dias, já para temperatura resfriado o biofilme a base de polvilho azedo com Óleo de Neen mostra-se ser mais eficiente com a durabilidade de até 28 dias e o controle até 21 dias. O atual projeto encontra-se em andamento com ótimos resultados satisfatórios até o momento. 

 

Palavras – chave: Microalgas; Extratos vegetais; Películas.

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